sexta-feira, 17 de abril de 2015


Algumas vezes a convivência com quem tem maus hábitos na vida pode influenciar o outro indivíduo a ter atitudes negativas, isto depende muito da fase que o outro se encontra. O resultado dessa convivência pode acarretar em graves problemas afetando o crescimento pessoal e profissional destas pessoas. Tudo é uma questão de hábito e escolhas que fazemos durante a nossa vida!

Elisabete Coelho




quinta-feira, 16 de abril de 2015

Amigos são aqueles que não te cobram visitas e não ficam todo o tempo enfiados dentro da tua casa.
(Amigos não te cobram absolutamente nada) 

Elisabete Coelho


A única pessoa que tem a ganhar é aquela que aprendeu a perdoar a sensação de leveza é simplesmente maravilhosa! 
Pessoas que perdoam, esquecem rápido e logo são felizes de novo.
O perdão nasce dentro da gente ele não precisa ser declarado.
(Exercite o perdão, vale muito a pena )

Elisabete Coelho

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Todos os dias quando ela acorda, sorri para si mesma por constatar que sentir-se viva é simplesmente fascinante! 

Elisabete Coelho


terça-feira, 7 de abril de 2015

Algumas pessoas que frequentam diariamente igrejas e templos são totalmente despreparadas para entender a si mesmas e assim não existe a mínima possibilidade de entenderem e ajudarem ao próximo. Era pra ser ao contrário, não é mesmo? Afinal qual é o sentido de frequentarem esses lugares senão compreender a si mesmo e as pessoas a sua volta.

Elisabete Coelho






É o ápice da perfeição, quando conseguimos captar os nossos próprios defeitos sem precisar que os outros nos apontem, pois perceber os defeitos nas outras pessoas é uma das atitudes mais comuns do ser humano, mas ter o hábito de perceber os seus próprios defeitos e corrigi-los é uma grande virtude.


quarta-feira, 1 de abril de 2015

“Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância. Ph neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As inhas não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.’

Martha  Medeiros